sábado, 23 de setembro de 2017

Centenário da Igreja Matriz de Sant'Ana

Em 9 de setembro de 1917 foi inaugurada a nova igreja matriz de Sant'Ana, cuja épica edificação foi narrada em meu livro, "Os 250 anos da Paróquia de Sant’Ana" (2010).

Registramos aqui a narrativa da inauguração, conforme registrada nas fontes da época [pp. 78-79]:

Era 8 de setembro, às quatro da tarde, quando D. Ferrão era recebido em Lavras. As ruas estavam devidamente limpas e enfeitadas com girândolas, arcos e bandeirolas pela comissão organizada especialmente para esta tarefa. Grande número de pessoas foram a cavalo ao encontro do bispo, que ficaria hospedado na casa do pároco Castorino. Nas imediações da residência do sr. Arthur da Costa Maia, Sua Eminência foi saudada pelos doutores Lafayette de Padua e Humberto de Andrade. Em frente à casa do vigário, quem se pronunciou foi o senhor José Zuquim. D. Ferrão agradeceu a recepção calorosa e lançou bênção a todos os presentes.

No dia 9 de setembro de 1917, às dez da manhã, haveria a Missa solene e a sagração da nova Matriz segundo o ritual litúrgico. Ela se encontrava devidamente ornamentada pelas Damas da Caridade do Sagrado Coração de Jesus. Conforme decidido anteriormente, as varas do pálio que levaria o bispo em procissão seriam carregadas por membros da Irmandade do Santíssimo Sacramento, confrades de São Vicente de Paulo e associados da Adoração Noturna. Os distintos católicos lavrenses, doutores Derval Junqueira de Aquino e Gustavo Olyntho de Aquino, a pedido do reverendo vigário fizeram doação de preciosa capa de asperges e de um fino tapete para o altar-mor.


sábado, 16 de setembro de 2017

Aparição de Nossa Senhora (1896)

A famosa aparição de uma misteriosa luz na região de Água Limpa, em 1896, ainda hoje causa polêmica sobre o que acontecera. Encontramos a reportagem da época, publicada no jornal Cidade de Lavras, edição 143, de 13 de dezembro de 1896.

Aparição em Tilly-sur-Seulles, França, 1896-1899.


sábado, 9 de setembro de 2017

Antigo desfile na Praça

Daqui há pouco começa o desfile de Sete de Setembro deste ano. Nesta imagem, estão as crianças assistindo a um desfile que poderia ser relativo ao Dia da Independência, ou mesmo ao Dia da Vitória, na II Guerra Mundial. A foto em questão está no painel da exposição "Lavras, Antes e Depois", na Casa da Cultura. 

É bem possível que alguma dessas crianças ainda esteja viva até hoje, visitem-nos e ajude-nos a identificá-las!


sábado, 2 de setembro de 2017

Visitas às exposições na Casa da Cultura

Tem sido grande a visita de alunos de diversas escolas de Lavras - MG, à exposição "Olhares sobre Lavras - Antes e Depois", exposição esta montada pela Gerência de Cultura na Casa da Cultura.

As escolas interessadas deverão agendar previamente a visita à exposição.


sábado, 26 de agosto de 2017

Visita Guiada “Patrimônio de Lavras: conhecer é preservar”

A Gerência de Cultura da Prefeitura Municipal de Lavras promove atividades dentro da 6.ª Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais, tema Outros Olhares Sobre o Patrimônio Cultural

A Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais é uma ação promovida pela Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais por meio do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA/MG e tem por finalidade mobilizar municípios, entidades e agentes culturais em torno do objetivo de estimular e desenvolver atividades que sensibilizem a sociedade para promoção, valorização e preservação do patrimônio cultural.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Exposição "Olhares sobre Lavras: Antes e Depois"

Exposição “Olhares sobre Lavras: Antes e Depois” Tendo como foco o tema da 6.ª Jornada deste ano, a exposição “Olhares sobre Lavras: Antes e Depois” pretende estimular a perspectiva da passagem do tempo, notada pelas imagens antigas e atuais dos bens tombados de Lavras. 

 Esta exposição de fotografias conta com o apoio do grupo dos Fotógrafos Amadores de Lavras e pode ser visitada na Casa da Cultura a partir desta terça-feira, às 10h.

Vale a pena conferir!

sábado, 19 de agosto de 2017

Breve histórico econômico de Lavras

A história de Lavras, como seu próprio nome alude, começou na época da “corrida do ouro” vista em Minas Gerais no princípio do Século XVIII. Os primeiros moradores eram bandeirantes paulistas, que se estabeleceram por volta de 1720 e logo dariam início às minerações e ao cultivo da terra. O ouro, em verdade, não era tão abundante como visto em outras localidades de Minas Gerais, e pelo menos até o início do Século XIX havia ainda algumas explorações aurificas na lavra da “Grandeza”, na atual estrada do Madeira, conforme comentado por von Eschwege (1814).

À época da chegada da Família Real portuguesa no Brasil, em 1808, a produção agrícola tomou o lugar da principal força da economia mineira. Diziam os exploradores Spix e Martius (1824) que, entre as fendas das montanhas e dos vales, muitas fazendas estavam dispersas, que produziam os suprimentos necessários de milho, mandioca, feijão, laranjas, tabaco, e igualmente uma pequena quantidade de cana-de-açúcar e, sobretudo, algodão – produto este em franca expansão desde a invenção dos teares mecânicos durante a Revolução Industrial; queijo e gado havia em abundância, suínos, mulas e, juntamente com os rios cheios de peixe, proporcionam-lhes suficiência dos alimentos.


sábado, 29 de julho de 2017

Primeiras Cervejas vendidas em Lavras

No último final de semana ocorreu o excelente "I Festival de Cultura e cervejas artesanais de Lavras - Cult Beer", evento gratuito criado para unir gastronomia e cervejas artesanais a atividades culturais como música, teatro, exposições, manifestações artísticas e oficinas, totalizando 22 atrações na Praça Dr. Augusto Silva.

Ficamos curiosos para descobrir um pouco sobre a história da cerveja em Lavras, que é bem antiga. De fato, até o Século XIX a cachaça, o vinho e alguns licores eram as bebidas alcoólicas mais apreciadas por essas terras, quando na década de 1880 o hábito de tomar cerveja começou a se generalizar. O primeiro cervejeiro lavrense provavelmente foi José Ernesto Coelho, filho de Francisco Joaquim Coelho, o qual produzia o vinho Paraguassú, que recebeu medalha de ouro na Exposição Mineira de 1870. José Ernesto tinha em 1881 fábricas de cerveja em Lavras e em São João del-Rei.

sábado, 15 de julho de 2017

A Caridade (Augusto Silva)

O dr. Augusto Silva, que hoje empresta seu nome à praça central e a um Centro Espírita na cidade, é nas palavras de Firmino COSTA [1908, n. 17] “a maior intelectualidade que Lavras tem produzido”. Foi médico, escritor e Agente Executivo (prefeito) desta cidade entre 1893 e 1894. Alma caridosa, assim escreveu sobre esta virtude:

Qual flor que expande seus aromas, descuidosa dos que os aspiram, assim a caridade espalha benefícios e consolações sem lhe dar de saber quem os recebe; também semelha o córrego que refresca e alenta as ervas da ribeira, quer sejam boas ou más, e vai serpeando sem voltar para colher o prêmio de seus benefícios. Não há muitos que compreendam a caridade, ai! Não! Dar e esquecer é altíssima virtude, que sobre excede quantas possam enobrecer o homem.

Segue outro poema póstumo de Augusto Silva, publicado em O Município em 17 de maio de 1914.

sábado, 24 de junho de 2017

História do Aeroclube de Lavras

Devido a IIª Guerra Mundial, a aviação começava a ser tratada com mais interesse, por isso leis de incentivos para criação de Aeroclubes e construção de novos campos de pousos eram criadas. Com estas facilidades, no dia 1 de novembro de 1940, com a iniciativa de Santos Ferreira Cavalcante era fundado o Aero Clube de Lavras.

Porém, somente em 1942 sob a iniciativa de um industrial português de grande visão empresarial chamado Antônio Vaz Monteiro foi doado ao Aeroclube o terreno para construção do Campo de Aviação e do Hangar. Após tal fato, foi realizada uma campanha na cidade de Lavras para arrecadar fundos para a construção das obras do novo aeroporto intitulada de “Campanha da Boa Vontade – Tudo em Prol da Aviação”.

sábado, 17 de junho de 2017

Biblioteca da UFLA

É interessante como o início da universidade está ligado ao mesmo tempo ao início do museu e da biblioteca. Nos remetendo à antiguidade, encontramos os latinos que denominavam Museum como o gabinete ou a sala de trabalho dos homens de letras e ciências. Ptolomeu I, soberano do Egito, deu esse nome à parte do seu palácio, em Alexandria, onde se reuniam os sábios e filósofos mais célebres do seu tempo para se entregarem ao estudo das letras e das ciências, tendo a sua disposição uma biblioteca que se tornou famosa na antiguidade (Barroso, 1951). 

Campos ([196-]), em seus estudos, nos mostra que o museu apareceu em Alexandria, na famosa biblioteca organizada pelo genial matemático Erastótenes, ao tempo dos Ptolomeus. Uma das alas da biblioteca, onde se reuniam os sábios, filósofos e naturalistas para ali debater, num encontro que poderíamos apelidar universitário, os temas de seus estudos. Não se tratava mais do “templo das musas”, da mitologia grega. No palácio de Alexandre, o museu se transformara agora em “templo da ciência” (Campos [196-]) . 

sábado, 10 de junho de 2017

Carta do Dr. John M. Stout ao Museu Bi Moreira

Carta de um professor

Olhando ao Museu Bi-Moreira, a minha lembrança voltou aos duas eventos na quele predio.

1. Eu tinha a cadeira de Quemica Analitica, e era professor de geologia, e various cursos de engenheiria e quemica como quemica industrial, etc. Mas Eu conheci os meus alunos com todo coracao. lembrando as provas finais, nete mesmo predio. Os nomes dos alunos foram substitudos pelo numeros. Nao gostava esse systema, pois os alunos meus eram mais do numeros. Um aluno meu, nao passou este ano, nem o ano passados. Mas eu conhece de que ele tinha um intelligencia superior -- e superior de todos os outros. Falei com a administracao para eu fazer as provas deles orais. Quando fizemos assim, o meu aluno passou com o maxima marca possivel, nao faltando nenhum pergunta. Este aluno formulou com honras -- pois achava de ele e mais do que um numbero.

No meu ano final de ESAL, os meus alunos me deu um agrau de agradecimento de honra, e tudos os alunos assinam. Tantos anos depois, for meu honra para fazer um plaque de honra para ser levado ao lua. Eu cortou de fora todos alunos que assinava este diploma de gratidao que me deu, e assim eles esta agora na superficia da lua. E relevante, pois os fotogravia da lua, e das planetas foram tirados em frente este predio. olha "A Lua Vermelho", que fala sobre a tiragem do primeiro fotografia tirado do primeira satellite soveitica no mundo, e foi ai em frente o predio.

sábado, 3 de junho de 2017

Introdução a Arqueologia e Cultura Material

Foi muito bom participar do curso de Arqueologia promovido pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal de Lavras, mês passado, com o prof. Leandro Mageste. O acervo arqueológico do Museu Bi Moreira é bem interessante, guardando artefatos de cerâmica dos índios que habitavam nossa região há mais de setecentos anos!

sábado, 22 de abril de 2017

Zine G - Rock News

Canal "Zine G" no Youtube é muito legal! Tudo sobre as novidades do mundo da música, feito pelo lavrense Nelson Rogério, o Geo. Vale a pena conferir!

 

sábado, 15 de abril de 2017

Flâmula da República El Toro de Lavras (Anos 1950)


Nessa república estudou o engenheiro agrônomo Antônio José Ernesto Coelho, "Toninho Estereofônico", cunhado do prof. Renato Libeck.


sábado, 1 de abril de 2017

A História do Teatro de Lavras

Parece estranho à sociedade atual encontrar algum divertimento sem que haja algum aparelho eletrônico ou tecnológico envolvidos. Mas diversão, evidentemente, era o que não faltava nos tempos passados, sendo a música e o teatro as principais expressões artísticas que entretinham as pessoas.

Em relação ao teatro, menciona-se em Minas Gerais a existência de casas de ópera em Ouro Preto (1770), São João del-Rei (1778) e até mesmo no arraial de Perdões (c. 1790), àquele tempo território pertencente à freguesia de Lavras do Funil. Esta Casa de Ópera provavelmente estava relacionada à controversa figura do sargento-mor Romão Fagundes do Amaral (1740-1825), chamado o “Poeta de Trás da Serra”, autor de versos satíricos e cujo comportamento devasso o levou a ser processado pela Inquisição.

A mais antiga casa de eventos em Lavras que temos notícia era o Teatro Sant’Ana, construído em 1862 por iniciativa de Francisco Couto e Silva e outros setenta lavrenses que adquiriram as quotas de 100$000 réis cada (algo equivalente a 100g de ouro). O teatro recebia as diversas companhias artísticas que realizavam turnês pelo interior de Minas Gerais, e o repertório se constituía de comédias e peças de conteúdo romântico. Em 1882 diversos acionistas cederam suas quotas à municipalidade, que encampou o Teatro Sant’Ana para reorganizá-lo e abri-lo novamente aos espetáculos. Márcio Salviano Vilela [2007] registra a intensa atividade cultural que movimentava o teatro: havia óperas, concertos musicais e peças teatrais escritas e encenadas não só por companhias itinerantes, mas também por gente da terra – como as peças “O sacrifício por amor” (drama) e “Genro abolicionista e sogra escravocrata” (comédia), do prof. Azarias Ribeiro (1901). Os avanços tecnológicos e a chegada da energia elétrica inaugurariam uma nova fase no Teatro Municipal de Lavras. Em 25 de março de 1911 ele passou a abrigar o Cine Internacional, empreendimento feito por Francisco Pizzolante. Este firmou acordo com a municipalidade, em 1914, para alugar o teatro por vinte anos, ficando sua empresa responsável pela reforma total do edifício.

A reinauguração do Teatro Municipal, agora com o nome Teatro Cinema Internacional Bar, ocorreria há pouco mais de cem anos, exatamente em 15 de fevereiro de 1917, quando Lavras ganhou uma das melhores casas de eventos do interior do Brasil. Na estréia, a Grande Companhia Lyrica Italiana Rotoli-Billoro apresentou a ópera “Aida”, de Verdi, seguida por várias óperas famosas em sua temporada na cidade ao longo do mês. Pelas décadas seguintes o rebatizado o Cine-Teatro Municipal continuou aberto a eventos de gala e requinte, revezando projeções de cinema, apresentações teatrais, ópera e concertos musicais. Permanecia também os acordos entre o poder público e os empresários que sucessivamente mantiveram os espetáculos após a transferência de Pizzolante ao Rio de Janeiro: João Corrêa de Souza Carvalho (1921-1922); Nelson Figueiredo e Procópio Alvarenga, da empresa Figueiredo & Cia. (1922-1943); e Nilton Teixeira Carvalho e João Batista do Nascimento, da empresa Teixeira & Nascimento (1943-1958).

sábado, 25 de março de 2017

Os primeiros filmes vistos em Lavras - parte II

Na pioneira sessão cinematográfica lavrense, em 29 de junho de 1900, outro filme projetado no Teatro Municipal foi "A Vida e a Paixão de Jesus Cristo", de 1897/1898, dirigido pelos irmãos Lumière.


sábado, 18 de março de 2017

Os primeiros filmes vistos em Lavras - parte I

A primeira exibição dos primeiros filmes em Lavras ocorreu em 29 de junho de 1900, no Teatro Municipal. Estavam na cidade os cavalheiros Gustavo Vscheneck e Max Stechutt [sic], que percorriam o interior de Minas Gerais apresentando a "nova invenção do século".


sábado, 11 de março de 2017

Estória de malandragem - Lazarino Francisco de Souza

O senhor Lazarino Francisco de Souza, mais conhecido como seu Lázaro, nasceu no ano de 1931 em Lavras - MG e trabalhava como padeiro até se aposentar. Neste vídeo temos um conto narrado por ele, é a estória de um homem que não gostava de trabalhar e vivia aprontando, o que no remete à figura de Pedro Malasartes.



segunda-feira, 6 de março de 2017

Cineclube de Lavras



O Cineclube de Lavras reiniciará suas atividades em 07/03/2017, marcando essa retomada, sob a coordenação do Cinéfilo Marcus Paullus, serão exibidos a cada terça-feira filmes de Quentin Tarantino e após cada exibição se dará o debate sobre a obra e a produção desse ícone do cinema mundial.

Programação:

sábado, 21 de janeiro de 2017

Cruzadas Bem Boladas Nº 01 - História de Lavras - Rumilson Castro

Clique neste link (Lavras 24 Horas) para fazer essa divertida cruzadinha Bem Bolada feita pelo Rumilson de Castro. Parabéns pela criatividade!


sábado, 14 de janeiro de 2017

História da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida de Lavras

O surgimento de nossa comunidade se deu através de uma graça recebida pela esposa do senhor Joaquim Sales, dona Ana Sales. Dona Ana pediu ao marido que doasse uma área para construção de uma capela para Nossa Senhora Aparecida, assim fez seu esposo. 

Pelos meados dos anos 50 era uma capelinha que comportava seis pessoas. Na década de 60, a capacidade foi aumentada para um numero de 20 pessoas. Foram acontecendo reformas conforme as necessidades. 

No início tínhamos como fonte de renda o serviço alto-falante que funcionava todos os dias, onde oferecia música para os aniversariantes e namorados, dizendo, por exemplo: “alguém oferece a alguém, e este alguém sabe quem”. As folias de reis visitavam a igreja antes de sair visitando as famílias. Também se montava circo ao lado da igreja e teatro de bonecos. 

sábado, 7 de janeiro de 2017

História da Paróquia de São Sebastião de Lavras

Atendendo a um antigo anseio da comunidade católica da zona sul da cidade de Lavras, a Capela São Sebastião foi desvinculada da Paróquia Sant'Ana, no dia 05 de agosto de 1984, passando a se denominar Paróquia São Sebastião de Lavras. A construção da igreja matriz foi iniciada em 1968 aos cuidados do Padre Teodoro, SCJ. Em 1978 ela foi concluída recebendo 52 bancos para os fieis. Passou por algumas reformas ao longo desses anos. 

Assumiu como primeiro pároco o Revmo. Sr. Pe. Fábio Rômulo Reis, sucedido pelo Revmo. Sr. Pe. Neidir Antônio Nogueira Vale, em seguida pelo Revmo. Sr. Pe. Claudir Possa Trindade, pelo Revmo. Sr. Pe. Luiz Eustáquio do Nascimento e atualmente pelo Revmo. Sr. Pe. Antão Roberto de Melo empossado em 07 de maio de 2013 e até hoje se encontra no ofício. 

domingo, 1 de janeiro de 2017